domingo, 15 de fevereiro de 2009

Calendário 2009 brasiliense de Bicicross começou




Neste domingo (15/2) aconteceu no CAVE, localizado no Guará, cidade satélite do Distrito Federal, a Copa Brasília de Bicicross. O evento foi promovido pela federação brasiliense da modalidade juntamente com os clubes da região e serviu para abrir o extenso calendário de 2009.



Com mais de 80 pilotos inscritos na competição, o recém empossado presidente da federação, Clodoaldo Barros ficou satisfeito com a participação dos competidores espera um ano bom para a modalidade no DF. “O evento é mais para acordar os pilotos, estamos começando o ano forte e para a gente se preparar para o brasiliense e para o brasileiro”, afirma.


As categorias que brigaram pelo lugar mais alto no pódio foram a Expert, Ellite, Cruisser, Júnior Man e Elite Man. Depois de três baterias, Rafael Silva venceu a Ellite Man, principal categoria do Bicicross, no ano de 2008 ele teve problemas de saúde e em 2009 pretende aprimorar sua técnica com a Campânia dos melhores do mundo visando os Jogos Olímpicos de 2012. “O meu projeto é ir para a América do Norte competir lá sempre visando as Olimpíadas de Londres,” disse o vencedor da prova.


A primeira etapa do brasiliense acontece no dia 15 de março na pista de Sobradinho – DF.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

UM JACARÉ INOFENSIVO

Time de Taguatinga joga mal e perde a liderança do Estadual

Por Vitor Saigg

O Dom Pedro venceu o Brasiliense por 3 a 1, na noite desta quarta-feira (4 de fevereiro),na Metropolitana, pela quinta rodada do Candangão. Michel,Bispo e Maurílio fizeram os gols do Dom Pedro. Rodriguinho descontou.

A partida começou com um pequeno atraso, devido à falta de ambulância no local. Com o problema resolvido, a bola finalmente rolou e as duas equipes partiram para o ataque. Aos sete minutos, o Brasiliense teve uma ótima chance de falta com Ailson, mas a falta parou na barreira. Com quinze minutos jogados, foi a vez do Dom Pedro levar perigo numa cobrança de falta. Maninho cruzou e Rodriguinho colocou a mão na bola dentro da área. O juiz Rogério Bueno, com convicção, marcou pênalti duvidoso. Michel deslocou o goleiro Guto e abriu o placar para o time da casa. No entanto, o atacante se machucou na jogada seguinte e foi substituído por Índio.

Após o gol, o Brasiliense encurralou o Dom Pedro em seu campo,ocasionando várias faltas. E, em uma delas, Rodriguinho empatou a partida. A falta, por sinal, muito bem ensaiada. Adrianinho fingiu bater na bola, rolou para Edinho, que cruzou para uma finalização simples. O empate assustou os mandantes, que seguiram na defensiva até o fim da etapa inicial.

O segundo tempo começou bastante corrido. O time do Brasiliense entrou com uma postura ofensiva. Já o Dom Pedro explorava os contra-ataques. Aos doze minutos, Júlio Cesar tabelou com Índio,que cruzou para o gol do pequenino Bispo, livre entre os gigantes da defesa do Jacaré. Com o placar desfavorável, Reinaldo Gueldini trocou Ricardinho pelo prata da casa Diogo.

Aproveitando o nervosismo do Brasiliense, os bombeiros fizeram mais um, com um belo gol de Maurílio, que acabara de entrar no lugar de Maninho (destaque do jogo). Ele marcou no seu primeiro lance na partida. Para piorar a situação, o zagueiro Ailson foi expulso por uma falta violenta.

Para o goleiro Guto, do Brasiliense, a culpa pela derrota dói dos próprios jogadores. “A culpa não foi do gramado e sim da postura do nosso time. Não tem desculpa”, lamentou.

O técnico do Dom Pedro,Fernando Tonet, comentou a vitória. “O mérito foi dos atletas, que se empenharam muito e obedeceram a tática preparada para esse jogo”, analisou

Na sexta rodada o Brasiliense recebe o Legião, neste sábado, às 16h, no Serejão. O Dom Pedro encara o Brazlândia, às 16h de domingo, no Metropolitana.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

GAMA É LIDER

Vitória magra garante liderança ao Periquito

Por Vicente Melo

Apesar de não demonstrar um grande futebol, o Gama venceu o Ceilândia por 1x0 nesta quarta-feira (4 de fevereiro) no Bezerrão e, de quebra, ganhou a liderança do Candangão 2009. Para tanto, contou com uma ajudinha do Dom Pedro, que derrotou o Brasiliense na Metropolitana por 3x1. O gol do Periquito foi marcado por Marco Alagoano.

Com um bom público de 8.263 pessoas, o Gama começou com bom toque de bola e movimentação dos seus jogadores, envolvendo completamente a equipe do Ceilândia. As melhores oportunidades foram do Periquito, principalmente com o lateral-direito Lucas Silva. Em duas oportunidades, o lateral invadiu pela direita e bateu cruzado. Na primeira, aos cinco minutos, a bola raspou a trave direita de Ricardo. Na segunda, aos 40, a bola passou por toda a pequena área sem que ninguém tocasse nela. Outra boa chance foi numa falta cobrada pelo meia Thiaguinho. O goleiro do Ceilândia se esticou todo e mandou para escanteio.

Pelo lado do Gato, o volante Betson criou a única oportunidade de perigo no primeiro tempo, aos 23. Ele soltou a bomba de longe e André Zandoná espalmou.

Na saída para o intervalo, o zagueiro Leandro Dias, do Gama, deu a dica para a equipe sair com a vitória. “Estamos muito afoitos. Precisamos ter paciência para que o último passe saia com qualidade e façamos os gols”, disse.

Mas parece que os companheiros não escutaram as palavras do zagueiro. O time continuou com a posse de bola, mas sem criar muito perigo. E só acordou depois de quase levar um gol. Aos 14, o atacante Fernando cabeceou livre na pequena área, mas o Gama foi salvo por Leandro Dias, que tirou sem querer. Aos 23, o zagueiro Thiago Junio arriscou uma bomba quase da lateral e a bola explodiu no travessão de André Zandoná.

A partir desse momento, o Gama acordou e partiu de vez para cima do Ceilândia. O Periquito apertou o ritmo a partir do 25 minutos e foi premiado com o gol aos 36. Keké brigou pela bola dentro da área e ela sobrou para Marco Alagoano, que cruzou. O goleiro Ricardo, um dos destaques da partida, falhou feio e colocou a bola para dentro do próprio gol. Alegria da torcida do Gama, que ainda via pelo telão o placar do jogo do arqui-rival Brasiliense e vibrava com cada gol do Dom Pedro.

Com a terceira derrota seguida, o Ceilândia já começa a se preocupar com a zona de descenso. Porém, ainda há esperança para o zagueiro Thiago Junio. “Estamos embaixo, mas não mortos. Ainda estamos vivos na competição”, disse confiante. Para o técnico Jean Cláudio, faltou experiência e qualidade à equipe. “Nossa proposta era de defender e desgastar o Gama. Mas em alguns momentos as coisas não saíram como queríamos pela inexperiência do grupo”, afirmou.

O técnico do Gama, Giuliano Pariz, parabenizou sua equipe. “Esse foi um dos jogos mais difíceis da minha carreira e o Gama saiu vitorioso, mesmo sem uma grande atuação”, disse. Ele também fez uma projeção para o próximo jogo, contra o Brasília, no CAVE. “Vai ser um bom jogo, com duas equipes que jogam pra frente”, analisou.


Jogadores fora


O meia Marco Alagoano, suspenso pelo terceiro cartão amarelo está fora do próximo jogo. O meia Eduardo, com lesão no músculo posterior da coxa direita, e o zagueiro Gilvan, que sentiu o músculo adutor da perna direita, dificilmente jogam na próxima partida, afirmou o médico do clube.

O lateral-direito Yomísio será reavaliado nesta quinta-feira para saber o grau da lesão que tem no joelho esquerdo. Segundo o departamento médico do alviverde, “a princípio não será necessária cirurgia”. O jogador lesionou o ligamento cruzado anterior e a parte interna do menisco.

Pelo Ceilândia, o goleiro Ricardo também é dúvida para o jogo contra o Luziânia, no Abadião. Ele sentiu uma lesão no ombro e chegou ao vestiário no carrinho da maca.

LUZIÂNIA VOLTA AO G4

Goianos seguram vitória com dois jogadores a menos

Por Vicente Melo

O Luziânia venceu o Brasília nesta quarta-feira (4 de fevereiro) no Mané Garrincha por 1x0, gol do meia Rodrigo. Apesar de ter atuado boa parte do segundo tempo com dois jogadores a menos, o time azul segurou a vitória e voltou a figurar entre os quatros que avançam ao quadrangular final do Candangão 2009.

O primeiro tempo foi marcado pela falta de qualidade na saída de bola das duas equipes. Mesmo assim, o Luziânia tinha mais a bola e levava mais perigo ao adversário. No entanto, a chance mais clara foi do Brasília. O Colorado chegou a marcar aos 44 minutos, com Magrão. Porém, o auxiliar marcou, corretamente, impedimento do meia do Brasília.

No intervalo, os técnicos das duas equipes fizeram alterações. O Luziânia colocou Italo na vaga de Gustavo. Pelo Brasília, entraram Ed Carlos e Leandrinho nos lugares de Giovane e Mario Zan, respectivamente.

O Brasília ensaiou um pressão nos primeiros minutos da segunda etapa, mas quem marcou foi o Luziânia. O lateral-esquerdo Eduardo arrancou pelo meio, driblou dois jogadores e rolou para Rodrigo. O meia limpou o goleiro Diego e empurrou para o fundo das redes.

Mas a vitória não viria fácil para os goianos. Jocelmo foi expulso após retardar uma cobrança de falta (ele já tinha amarelo). O volante explicou como foi a expulsão. “Eu estava esperando o juiz autorizar a substituição. Mas ele não autorizou, nem apitou para que eu batesse a falta. Daí ele veio e me expulsou”, disse. Logo em seguida, Italo, que entrara no intervalo, também foi expulso por entrada violenta – mas o lance não era para vermelho.

Com a vantagem numérica, o Brasília fez uma verdadeira blitz em cima dos goianos. Mas esbarrou na própria falta de pontaria e no goleiro André, que teve atuação destacada após as expulsões. Ele dividiu o mérito com os companheiros. “A ajuda de todos foi importante”, resumiu.

Jogos no Serra do Lago

Apesar de ter vencido as três partidas que fez como mandante, o Luziânia nunca jogou, de fato, dentro de casa. Como o Serra do Lago está fechado para reformas no gramado, o time teve que atuar sempre fora dos seus domínios quando teve o mando de campo: duas vezes no Abadião, em Ceilândia, e uma no Mané Garrincha.

O volante Jocelmo destacou a importância de atuar na cidade goiana. “Nós jogamos todas fora de casa e o apoio do nosso torcedor será fundamental para conquistarmos a vaga”, afirmou.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

BRASÍLIA GOLEIA BRAZLÂNDIA EM JOGO DE SEIS GOLS

Por Vicente Melo

Gols no fim de cada tempo garantem vitória

Depois de perder nas duas primeiras rodadas do Candangão 2009, o Brasília finalmente conseguiu a sua primeira vitória na competição. Nesta quarta-feira (28/01), a equipe alvi-rubra bateu o Brazlândia por 5x1 no CAVE. O destaque do Brasília foi o atacante Thiago Silva, que marcou dois gols e criou vários lances de perigo. Pelo Brazlândia, o goleiro André se apresentou muito bem, apesar dos cinco gols sofridos.

O jogo começou quente, com o Brasília pressionando desde o apito inicial. A equipe criou cinco oportunidades claras antes de abrir o placar aos 11 minutos. Magrão bateu escanteio pela esquerda e o zagueiro Piu desviou na primeira trave para abrir o placar. Mas o empate do Brazlândia veio logo em seguida. Kiki levantou na área e o atacante Neto, completamente livre de marcação, testou para o fundo das redes.

No resto da primeira etapa, o jogo ficou em ritmo lento, apesar do domínio do Brasília. E a pressão surtiu efeito aos 45 minutos. O lateral-direito Thompson lançou para o meia Mariozan, que tentou marcar por cobertura. O goleiro André ainda tocou na bola, mas o atacante Thiago Silva completou de carrinho para o gol praticamente em cima da linha. Os jogadores do Brazlândia pediram impedimento, mas o árbitro Francisco Nogueira validou o gol.

Domínio total do Brasília

Na volta do intervalo, o Brasília continuou pressionando o adversário e teve dois gols corretamente anulados por impedimento. Mas aos 16 não teve jeito. O volante Iron pegou a sobra de um escanteio e levantou da esquerda na cabeça de Thiago Silva, que marcou seu segundo gol no jogo. O Brazlândia ainda ensaiou uma pressão nos minutos seguintes porém, todas foram barradas pela ineficiência nos arremates ou pelo goleiro Diego.

O ritmo da partida, assim como no primeiro tempo, caiu bastante entre os 20 e os 35 minutos. No entanto, aos 36, o Brasília botou o pé no acelerador e matou o jogo. Kaká entrou em diagonal pela esquerda e rolou para Mariozan chutar. A bola estourou na defesa e ia encobrindo o arqueiro do Brazlândia, mas lateral-direito Leandro tirou de cabeça em cima da linha do gol. A bola bateu na trave e sobrou para o atacante Edcarlos, que fuzilou para as redes.

A torcida do Brazlândia ficou revoltada com a atuação do time e começou a questionar o trabalho do técnico Flávio Lima. E enquanto a torcida do Brasília gritava “olé”, o atacante Mateus, do Brazlândia, perdeu a cabeça e acabou expulso após entrada violenta no meia Magrão.

Aos 44, Edcarlos, marcou mais um. Jeckson invadiu a área pela direita e cruzou rasteiro para o atacante chutar forte e marcar o quinto gol de sua equipe.

Ao fim da partida, o volante Iron destacou a atuação da equipe. “O time se esforçou muito, dominamos o jogo e fomos premiados com os gols”, afirmou. Para ele, o que faltou nas derrotas para Dom Pedro e Brasiliense, nas duas primeiras rodadas do Candangão, foi um melhor aproveitamento nas finalizações. “Nos outros jogos nós não conseguimos acertar o gol, mas hoje fomos felizes”, completou.

O técnico Marco Aurélio concordou com a análise de Iron e destacou que o diferencial para esta partida foi a confiança por ter saído para o intervalo em vantagem. “Sair com a vantagem é sempre importante e hoje isso nos deu a tranqüilidade necessária para conquistar a vitória”, disse.

Na próxima rodada, o Brasília visita o Legião no Mané Garrincha. Já o Brazlândia recebe o Luziânia na Chapadinha.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Torcida alviverde foi um verdadeiro show no Bezerrão


Reinaugurado no mês de novembro do ano passado, na vitória do Brasil contra o selecionado Português, a torcida do Gama não pode comparecer ao estádio devido o alto custo do ingresso que chegou a custar R$300,00.

Mas logo na primeira oportunidade de ver o time alviverde em ação, eles não decepcionaram. O feito aconteceu nesse último domingo (19/02), na estréia do time no campeonato brasiliense de 2009, exatamente 6.478 fanáticos compareceram ao “novo estádio” para apoiarem a vitória magra do Gama contra o Brazlândia por 1 a 0.

Ficar lamentando o passado não adianta, mas foram três anos que o estádio Bezerrão ficou fechado. Enquanto isso o time da cidade do Gama jogou esse tempo no Mané Garrincha, que fica no centro de Brasília. Com dificuldades de transporte e com os altos preços dos ingressos para partidas de baixa qualidade, a média de público na capital não passava de 500 torcedores. Como falei antes... Não adianta lamentar o passado, mas uma coisa é clara, a torcida tem que levantar a cabeça e ajudar a tradicional equipe a sair dessa lamentável situação que é a Série C do campeonato brasileiro.

Juntos tenho certeza que essa tarefa não será difícil e espero que a elite do brasileiro não esteja tão distante, afinal a Copa do Mundo de 2014 está chegando, e Brasília tem que ter ao menos um representante no Brasileiro da série A, e porque não o Gama? Força Gama!


Rafael Moura

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

QUEM SERÁ O NOVO TÉCNICO DO VASCO?

Por Vicente Melo

A coisa já não vem bem há algum tempo, desde o começo do ano pra ser mais específico. O Vasco não se encontra. Será que é culpa do treinador?

Tita, quarto técnico vascaíno na temporada – Romário, Alfredo Sampaio e Antônio Lopes já ocuparam o cargo – já pediu o boné e saiu do clube. As opções ventiladas são quatro: Renato Gaúcho, Gaúco (técnico dos juniores), PC Gusmão e Alexandre Gallo. E não deve fugir muito disso.

Considerando o atual momento, talvez PC Gusmão seja o escolhido. Ou o que pôde ser contratado. Renato Gaúcho está muito desgastado desde a final da Libertadores e pegar uma equipe tão mal no campeonato não seria bom negócio.

O mesmo vale para Gallo, que deixou o Figueirense para assumir o Atlético Mineiro mas não fez um bom trabalho. Assumir o Vasco nessas condições seria um risco para sua carreira. Não deve aceitar o convite.

Gaúcho corre por fora, mas não deve assumir o cargo por não ter experiência em equipes profissionais. E o momento pede um técnico mais experiente.

Já PC é a opção mais viável. Não tem uma pedida salarial muito alta e quer refazer sua carreira, tão promissora no início mas que acabou se perdendo com as constantes trocas de clube. Salvar o Vasco seria um grande feito.

Mas a perspectiva vascaína é das piores. A zaga e o meio são fraquíssimos. E não serão os recém-contratados Odvan (não entendi o por quê da contratação) e o atacante chileno Pinilla que resolverão, pois faltam opções de qualidade no restante do elenco .E não há Edmundo ou Leandro Amaral que salve o time.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

BRASILIENSE X CORINTHIANS

Por Vicente Melo

Não foi um jogo com muita qualidade técnica, haja vista que os meias de ambas as equipes não foram notados em campo. Morais não conseguiu fazer o papel de armar o Corinthians que Douglas tem feito tão bem nas últimas rodadas. Diogo Rincón, jogando como atacante, foi peça nula em campo. Estava fora de posição e complemente perdido em campo por causa disso. Lulinha também não apareceu pro jogo. E o Brasiliense se limitava a marcar no meio-campo (muito bem, por sinal!), mas não oferecia nenhum perigo ao gol de Felipe.

O Timão só ensaiou uma pressão a partir dos 38 minutos, com três boas oportunidades. Guto e a ineficiência dos corintianos não deixaram que o placar fosse aberto. E quase teve gol contra do Brasiliense de novo. Mas dessa vez não foi Júnior Baiana, e sim Fábio Braz, num corte pra lá de esquisito q saiu raspando o travessão. E o primeiro tempo terminou em um 0x0 sem muitas emoções.

Emoções que ficaram guardadas para os primeiros cinco minutos da etapa final. Logo com um minuto de bola rolando, Carlos Alberto vacilou na zaga e perdeu a bola para Marcinho, que fuzilou para o fundo da meta de Felipe, que não tinha muito o que fazer. 1x0 Brasiliense na primeira - e única - chance real de gol que teve na partida.

Aos cinco, Morais fez boa jogada pela direita e cruzou para Elias bater de canhota com categoria no ângulo superior direito de Guto e empatar o jogo. 1x1. Mas parou por aí. O Corinthians não teve força ofensiva para virar, mesmo com a pressão no final da partida. Faltou organização no meio-campo paulista. E isso fazia o time recorrer, a todo momento, ao chutão pra frente buscando Herrera, que só corria mas não pegava na bola por falta de qualidade no passe.

Já o Jacaré queria mesmo o empate. Pelo menos, essa é a impressão deixada. Marcou muito bem, mas não teve vontade ou qualidade para conseguir mais que isso. Em resumo, um resultado justo pelo pouco futebol apresentado pelas duas equipes.

O cara: A torcida do Corinthians. Apoiou o time a todo instante e fez uma bonita festa.

A baranga: Iranildo. Sequer foi notado em campo.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

AINDA NÃO ACABOU

Por Vicente Melo


O Brasileirão ainda não acabou. Está longe disso, diferentemente do ano ano. O Grêmio perdeu a chance de abrir até oito pontos de diferença para o Palmeiras. No entanto, os gaúchos vacilaram em casa e perderam em casa para o Goiás (por sinal, primeira derrota do Imortal em casa no torneio).

E o Palmeiras agradeceu. Bateu o Cruzeiro em pleno Mineirão lotado e encurtou a distância para apenas três pontos do líder. Mas ainda há o confronto direto (na 34ª rodada, no Palestra Itália) e o Verdão leva a vantagem pelo número de vitórias. Se as coisas se mantiverem até lá, o Palmeiras tem tudo para tomar a liderança e ser o campeão brasileiro. Mas, logicamente, muita água ainda vai passar por baixo dessa ponte até lá.

O Botafogo perdeu a chance de se tornar sério candidato ao título ao perder para o Inter no Engenhão. Será a síndrome do cavalo paraguaio? Só o tempo dirá Mas pelo menos uma coisa Ney Franco poderia ajeitar no time: parar de insistir no inoperante Gil desde o começo. Ele sempre queima uma das alterações para substituir o atacante.

O São Paulo voltou com a sonhar com o título, ainda que muito distante. Bateu o Flamengo, encostou no G4 e ainda diminuiu as pretensões do Rubro-Negro em relação à Libertadores.

Kléber Pereira garantiu mais três pontos para o Santos, dessa vez sobre o Fluminense. O Tricolor vai passar mais uma rodada na zona da degola. E Cuca tem que começar a rever suas opções táticas. Três zagueiros e três volantes é duro de engolir, ainda mais quando não se escala um lateral-direito. O Flu precisa acordar do pesadelo da Libertadores, que até hoje não parece ter sido estigmatizada do elenco carioca.

O Vasco, depois de tanto namorar com o rebaixamento, resolveu assumir o compromisso e foi para a zona da degola. Perdeu a segunda partida seguida em São Januário por 3x1, com dois jogadores expulsos (sendo um deles o goleiro) e com um atacante tentando operar o milagre de evitar mais gols do adversário (na rodada passada foi Edmundo e nessa, Leandro Amaral). Dessa vez, o algoz foi o Náutico, que começa a fugir do funda da tabela, mas que a meu ver continua como sério candidato ao rebaixamento.

O Sport goleou o Figueirense e derrubou PC Gusmão do comando da equipe catarinense. Como vem fazendo gols o Roger, atacante do Sport. Fez quatro em duas partidas.

O duelo mineiro serviu para aliviar um pouco o Ipatinga e trazer o Galo de volta para a briga contra o descenso. O Furacão bateu a Lusa e fugiu do rebaixamento. A Portuguesa conseguiu a proesa de ficar atrás do Ipatinga.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

DECEPÇÃO É POUCO...

Por Vicente Melo

O título ilustra bem. Decepção é pouco. Está mais para vergonha. A atuação do Brasil ontem contra a Bolívia foi digna de sessão de tortura. Um jogo sem tática, sem qualidade técnica e muita pancada. E com uma enorme ajuda do juiz, que não teve um mínimo pulso para coibir entradas mais duras de ambos os lados, mesmo com a expulsão do boliviano Garcia.

Mas vamos ao jogo, que é o que interessa. O primeiro tempo, por incrível que pareça, foi de mais oportunidades claras para a Bolívia. Isso porque os andinos arriscavam chutes de fora da área. O Brasil tentava entrar pelo meio e facilitava para a fraca defesa boliviana.

No segundo tempo, o Brasil ficou com a bola na maior parte do tempo. Na verdade, quase todo o tempo. Mas nem assim a coisa foi pra frente. Poucas jogadas pelos lados, excesso de dribles desnecessários e muitos passes errados. Uma atuação tenebrosa que nos faz duvidar, mais uma vez, da Seleção.

O bom futebol de domingo ficou esquecido no Chile e nas palavras deixadas por Robinho no vestiário do Estádio Nacional de Santiago (vide último post). E a cabeça de Dunga volta a ficar a prêmio...

Outra decepção foi o público. Ridículo em número e no apoio (que apoio?) dado à equipe Canarinho. Com 10 minutos de jogo já começava a chiar e em nenhum momento deu carinho à Seleção, que tanto precisa do apoio da torcida para embalar. Tudo bem que a equipe não jogou bem, mas aplaudir os bolivianos em jogo de Eliminatórias para a Copa é o ‘fim da picada’. É como eu sempre digo no ExtraCampo na TV, cornetar não adianta.

O cara: voto em branco.
A baranga: Tudo no jogo foi horrível. Mas em questão de atuação o prêmio vai para Josué: inoperante, nulo e inútil.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

UM CALA-BOCA PRA NINGUÉM, BOTAR DEFEITO

Por Vicente Melo

Finalmente uma boa apresentação da Seleção nas Eliminatórias. Um 3x0 que poderia ter sido mais elástico, tamanha a ineficiência da defesa chilena. Mas muito também passa pela questão tática, tão criticada nessa “era Dunga”. O Brasil apertou a saída de bola dos chilenos, o que dificultou muito a armação de jogadas da 'Roja'.

O fator determinante para a vitória foi simples: o Brasil jogou como Brasil, atacando, sendo ofensivo. E tudo isso depois de Maradona criticar a postura extremamente defensiva da equipe olímpica diante da Argentina. O primeiro dos calados.

Lula também teve que diminuir o tom das críticas após praticamente dizer que a Seleção era uma equipe sem garra e que eles deveriam aprender com os argentinos. Pois bem, houve bate-boca público com Júlio César e Dunga e o time atuou do jeito que o Presidente queria. Mais um calado.

A torcida brasileira também pegou no pé do time. Pediu a cabeça do treinador. No fim do jogo, aplaudiu de pé o time e voltou a apoiar e acreditar que dias melhores virão. O terceiro calado. Mas não perca as contas porque ainda tem mais gente nessa lista.

Lista essa que inclui, obviamente, os chilenos. A torcida já comemorava os três pontos e a possível liderança das Eliminatórias depois da quarta-feira. Valdívia dizia que o empate era uma mau resultado contra os brasileiros. A imprensa pintava e bordava os chilenos como melhores que o Brasil e que nós aprenderíamos a dançar o koala (uma ritmo muito famoso naquele país). Pois bem, o Estádio Nacional ficou mudo; Valdívia foi expulso com menos de 30 minutos em campo (ele entrou ainda no primeiro tempo); e a imprensa chilena teve que se render ao bom futebol apresentado pelo 'scratch' Canarinho. Um cala-boca generalizado em nossos vizinhos.

Só pra constar, Robinho ainda deixou escrito no quadro do vestiário do estádio que o chilenos têm que respeitar a melhor Seleção do mundo. Não é o que diz o ranking da FIFA (liderado pela Espanha, com o Brasil apenas em sexto), mas a impressão é de que, se o que aconteceu neste domingo se repetir no futuro, o Brasil possa voltar a ser, de fato, o melhor time do mundo.

O cara: Luis Fabiano. O Fabuloso mostrou, mais uma vez, que pode resolver a falta de um centroavante na Seleção. Fez dois gols e brigou muito na marcação. Não tem a genialidade de Romário, Careca ou Ronaldo, mas faz gols como eles.

A baranga: prêmio dividido entre Kléber e Valdívia. Ambos foram expulsos infantilmente. Abaixo da crítica.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

OS CRITÉRIOS DO PRESIDENTE

Por Fábio Grando

O campeonato brasileiro já se encaminha para sua sexta rodada e nada do Inter anunciar seu novo treinador. Após a saída de Abel Braga, a direção colorada vem tendo bastante dificuldade em arrumar um sucessor para a casamata do time.

O nome da vez é o de Tite que atualmente está sem clube, mas o presidente colorado Vitório Píffero, não admite contratar o técnico, o motivo? Tite recentemente foi flagrado com seu filho, que vestia a camisa do Grêmio, torcendo nas tribunas do estádio Olímpico.

Se ser torcedor do maior rival ou identificado com o clube é empecilho para treinar o Inter, a direção continuará a ter dificuldades para contratar. Além de Tite, os técnicos Dorival Junior, Mário Sérgio, Cuca e Adilson Batista também foram especulados na imprensa gaúcha, curiosamente todos com passagens pelo Grêmio, seja como jogador ou treinador.

Treinadores como Ênio Andrade, Émerson Leão, Rubens Minelli, Antônio Lopes, Celso Roth, Valdir Espinoza e Cláudio Duarte já atuaram em ambos os times. Sem falar de Mano Menezes, que antes de treinar o Grêmio atuava nas categorias de base do Inter. São apenas alguns exemplos que ajudam a desmentir a tese do presidente colorado.

Francamente, o critério adotado pelo dirigente colorado, além de ser ridículo, mostra total imaturidade para alguém que ocupa um cargo tão importante em uma equipe campeã do mundo. Talvez por isso vem sendo contestado até mesmo pelos próprios conselheiros do Inter. Se for assim treinadores como Felipão, Renato Gaúcho, Guilherme Macuglia, Caio Junior, Wagner Mancini entre outros, jamais terão a oportunidade de comandar o colorado, pelo menos não enquanto o presidente Vitório Píffero estiver por lá.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Judô brasileiro está quase pronto para Pequim

Por Rafael Moura

Nesse último domingo (08/06), Brasília recebeu os judocas olímpicos do Brasil para o desafio internacional contra a seleção espanhola. E uma coisa ficou clara, o judô brasileiro está pronto para ir a Pequim e conquistar medalhas na modalidade.

Digo isso pois as lutas da categoria masculina foi um show. Das sete lutas, seis foram vitórias verde e amarela. Rafael Silva, Luciano Correa, Eduardo Santos, Tiago Camilo, Marcelo Contini e Charles Chibana levaram a melhor contra os espanhóis. Já no feminino, a igualdade predominou. Quando estava 2 a 2 no placar geral, três lutas e três empates, o último combate foi o de desempate onde a espanhola Oiana Blanco conseguiu dar um ippon em cima de Sarah Menezes e conquistou o desafio por 3 a 2 para elas.

Mas o que me deixou satisfeito mesmo foi ver grandes combates e ficar convicto que a presença de atletas titulares da equipe olímpica como a Edinanci Silva (-78kg), Denílson Lourenço (-60kg), Leandro Guilheiro (-73kg) e João Gabriel Schlittler (+100kg) que não foram para a capital, pois estão se recuperando de lesões vai aumentar muito a força da equipe e quando a seleção estiver pronta para as olimpíadas, medalhas certas para o Brasil.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

O que o Fluminense deve fazer para ir à final

Por Vicente Melo

Primeiro, fazer o que fez na Argentina: não ter medo do adversário. Foi pressionado? Foi. Mas, quando resolveu jogar de igual para igual, equilibrou o jogo (que, a meu ver, foi semelhante ao jogo de ida contra o São Paulo). Saiu com um bom empate em 2x2. Mas é sempre bom lembrar que não há nada ganho.

Outro fator decisivo será parar Riquelme. Se der espaço, ele toma conta do meio-campo e isso é tudo o que o Fluminense não pode deixar acontecer. Se o meia for parado, a criação ficará mais nos pés de Dátolo (que, convenhamos, não tem nem de longe a mesma qualidade de Román) e a bola não chegará com tanta qualidade a Palacio e Palermo. A marcação sobre Riquelme ficará a cargo de Ygor e Arouca.

Ofensivamente, o Tricolor tem que se impor. Thiago Neves e Conca armando as jogadas e passando para Washington, principalmente pelo alto, onde o Coração Valente leva vantagem sobre a fraca zaga do Boca. Os meias tricolores também têm que partir pra cima dos argentinos pois têm talento e qualidade suficiente para passar pelos defensores xeneizes. Além disso, têm que abusar dos chutes de média e longa distância. Já ficou mais do que provado que Migliore não é um grande goleiro (vide o peru que levou no jogo de ida).

Os laterais serão a principal arma do Fluminense pois os meias serão marcados em cima, quase sem espaços. Sendo assim, principalmente Gabriel tem que aparecer pro jogo, já que leva ampla vantagem sobre Morel Rodríguez (que praticamente não ataca). Júnior César terá trabalho com os avanços do bom lateral Ibarra.

Quanto à defesa, estou tranquilo. Thiago Silva e Luiz Alberto são extremamente sóbrios e estão jogando muitíssimo bem. Fernando Henrique já provou que, apesar das falhas históricas em bolas fáceis, cresce em momentos decisivos e salva o time. Após a boa atuação no FlaxFlu de domingo, vem com ainda mais moral.

É simplesmente o jogo mais importante da história do Fluminense. Para o Boca, é “apenas” mais uma semifinal de Libertadores. E os jogadores do Flu encaram a partida com esse espírito de “o jogo da vida”.

Washington afirmou que, se é o jogo mais importante para o Fluminense, então também o jogo mais importante para os jogadores. E os atletas estão mordidos com as declarações dos argentinos, principalmente a do atacante Martín Palermo que garantia duas vitórias dos xeneizes sobre os tricolores.

Fica aqui a minha esperança e minha torcida pela vitória do Tricolor.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Hamilton vence mais uma corrida maluca em Mônaco

Por Tiago Viegas

Não é raro uma corrida disputada nas ruas do principado se transformar em uma verdadeira loteria. Quando chove então... Foi o que aconteceu no último dia 25 e quem saiu vitorioso foi o inglês Lewis Hamilton. Uma verdadeira loteria que durou duas horas e teve 76 das 78 voltas concluídas. Um GP com tantos acontecimentos marcantes e atuações ousadas. Como é muita coisa, daremos nota aos pilotos adotando o método Jack O estripador: vamos por partes!

Vencedor: Lewis Hamilton (ING – McLaren-Mercedes):
Contou com a sorte, já que tocou no muro e furou um pneu, mas não danificou o carro e voltou a prova para fazer uma corrida de recuperação. Com uma boa estratégia ainda soube andar rápido e manteve o ritmo durante boa parte da corrida, se aproveitando da confusa equipe Ferrari que vacilou na estratégia dos seus pilotos, em especial de Felipe Massa. Vitória merecida e com autoridade nas ruas do principado.
NOTA: 10

2º colocado – Robert Kubica (POL – BMW):
O polonês foi um dos destaques da prova. Andou o tempo todo próximo do piloto de Massa e quando esteve a sua frente não cedeu à pressão. Manteve sua BMW sempre entre os três primeiros, não cometeu erros e conseguiu a 2ª posição no pódio. Uma atuação que confirmou o talento do jovem candidato a astro da categoria.
NOTA: 10

3º colocado – Felipe Massa (BRA – Ferrari)
Largou bem e se manteve na frente durante boa parte da corrida. Perdeu a vantagem de 15 segundos que tinha quando após 7 voltas, quando o Safety car (carro de segurança) entrou na pista por causa das batidas de Coulthard e Bourdais. Deixou a liderança e a possibilidade de lutar pela vitória quando a equipe mudou a estratégia do brasileiro. Complicou sua vida quando errou na curva Saint Devote e perdeu a 2ª posição para Kubica. No final ficou com cara de b... Poucos amigos! Dos males o menor, já que Kimi Raikkonen não pontuou. Assim está em terceiro no campeonato a um ponto do finlandês.
NOTA: 8,5

4º colocado – Mark Webber (ATR – Red Bull-Renault)
Ótima corrida. Não cometeu erros e nos momentos mais difíceis chegou a fazer uma seqüência de melhores voltas e impôs respeito. Terminou a corrida numa merecida quarta posição, completamente oposto ao seu companheiro de equipe que completou apenas 7 voltas de corrida e encontrou o guard-rail.
NOTA: 10

5º colocado – Sebastian Vettel (ALE – Toro Rosso-Ferrari)
Finalmente uma boa atuação do alemão. Se nos GPs do Japão e da China o alemão demonstrou habilidade ao se manter entre os quatro primeiros em pista molhada, a prova definitiva foi a corrida de Mônaco. Desta vez o piloto terminou em quinto, o que é uma ótima colocação dado o carro que têm. Somou os primeiros pontos do ano.
NOTA: 10

6º colocado – Rubens Barrichello (BRA – Honda)
Enfim! Depois de fazer a “dança da chuva” Barrichello mostrou porque é um dos melhores pilotos da categoria. A exemplo das apresentações de 1997 e 1996, quando também correu com carros ruins em piso molhado, fez mais uma boa corrida. Tudo bem que não igualou a 2 colocação de 1997, mas se manteve na pista e pontuou depois de 22 corridas de jejum.
NOTA: 9

7º colocado – Kazuki Nakagima (JAP – Williams-Toyota)
Fez uma corrida discreta, mas se manteve na pista, o que em Mônaco com chuva é um grande desafio. Brigou no pelotão de trás e na base da estratégia e da sorte chegou à zona de pontuação. Muito bom se comparado com Nico Rosberg, seu companheiro, de quem se esperava muito mais.
NOTA: 7

8º colocado – Heikki Kovalainen (FIN – McLaren-Mercedes)
O carro teve problemas para partir para a volta de apresentação e largou dos boxes. Se esforçou muito, mas não conseguiu fazer uma boa corrida mesmo com a entrada do Safety car, que aproximou os carros e promoveu disputas. Terminou no último posto da zona de pontos, apesar da atuação aquém da sua capacidade.
NOTA: 6

9º colocado – Kimi Raikkonen (FIN – Ferrari)
O finlandês, assim como sua equipe, fez uma péssima corrida que começou com um erro da própria Ferrari, que não revelou até a hora limite que tipo de pneus usaria no carro nº1 antes da largada. Durante a corrida Raikkonen quebrou a asa dianteira duas vezes e escapou na Saint Devote. Para coroar o pior em pista do final de semana, uma batida que tirou da prova o destaque da corrida. No final das contas não conseguiu sequer pontuar.
NOTA: 0

10º colocado – Fernando Alonso (ESP – Renault)
Apresentou comportamento muito atípico. Apesar do carro desequilibrado, cometeu muitos erros para um bicampeão. Escapou na curva Massenet e se chocou com certa intensidade no guard-rail. Furou um pneu e precisou fazer um pit-stop prematuramente. Cometeu erros e em um deles acabou danificando a asa dianteira ao tocar a Williams de Nico Rosberg. Chegou a andar junto de Nelsinho, que sequer completou a prova. Mas não foi o único a erra, já que a equipe se precipitou ao colocar pneus lisos com a pista ainda úmida, dificuldanto a vida do espanhol. Irreconhecível.
NOTA: 3

11º colocado – Jenson Button (ING – Honda)
Largou na 15ª posição e se manteve no mesmo lugar, se beneficiando dos contratempos dos adversários. Pela primeira vez no ano andou atrás do companheiro de equipe (Barrichello) e esteve longe do desempenho usual. Chegou a disputar posição com as Toyotas e no fim chegou a frente delas.
NOTA: 4

12º colocado – Timo Glock (ALE – Toyota)
Mostrou a falta de experiência ao errar várias vezes por puro exagero ao guiar nas ruas do principado em baixo de chuva. Apesar de tudo terminou a corrida a frente do companheiro Jarno Trulli, que se manteve na pista o tempo todo. Cruzou a chegada duas posições atrás de onde partiu no grid.
NOTA: 4

13º colocado – Jarno Trulli (ITA – Toyota)
Se manteve na pista, mas como é de costume deixou cair a performance na segunda metade da prova. Fez uma corrida discreta e terminou 13ª posição. Muito pouco para quem largou em 7º e já venceu em Mônaco quando era companheiro de equipe de Alonso na Renault.
NOTA: 3

14º colocado – Nick Heidfeld (ALE – BMW)
Se antes já não estava andando bem, em Mônaco piorou e muito! Na classificação largou da 12ª posição e na corrida não teve sorte. Fazia sua corrida quando foi atingido pela Renault de Alonso. Depois de um pitstop demorado voltou para a pista e terminou em 14º, 4 voltas atrás do líder. Comparado com o que fez Kubica, o piloto deixou a desejar para quem tem um bom carro nas mãos.
NOTA: 2

15º colocado – Adrian Sutil (ALE – Force India-Ferrari)
Sem dúvida o melhor da corrida! “O melhor da corrida chegando em 15º”? Sim. Aliás, nem chegou ao final da prova. Depois de largar da antepenúltima posição, fez várias ultrapassagens, adotou uma estratégia ousada e se manteve na 4ª posição durante boa parte da corrida. Só não foi feliz porque Kimi Raikkonen atropelou o carro do alemão na freada da saída do túnel, na volta 66. O finlandês conseguiu voltar para a prova, já Sutil teve de ser consolado pela equipe que o recebeu como herói. Uma prova de que uma grande atuação não pode ser apagada por um acontecimento estúpido.
NOTA: 10

16º colocado – Nico Rosberg (ALE – Williams-Toyota)
Esperava-se muito mais do piloto que largou da 6ª posição. Com uma atuação brilhante durante os treinos e a classificação, jogou tudo por água abaixo nas ruas do principado. Largou mal, não andou bem e acabou sua corrida ao escapar e bater forte nos Esses da Piscina. Uma atuação para esquecer.
NOTA: 3

17º colocado – Nelson Piquet (BRA – Renault)
Mais uma atuação ruim do brasileiro. Apesar de Kovalainen ter passado por uma situação semelhante ano passado, o desempenho ruim do finlandês se ateve mais à primeira prova. Nelsinho faz uma seqüência de provas abaixo das expectativas e em Mônaco repetiu a dose. Disputou posição com Nakagima e depois que a equipe colocou pneus lisos no carro do brasileiro antes do momento mais apropriado, deu fim a sua corrida quando encontrou a barreira de pneus na área de escape da Saint Devote.
NOTA: 3

18º colocado – Giancarlo Fisichella (ITA – Force India)
Depois de atropelar a Williams de Nakagima ainda na primeira volta do GP da Turquia, o italiano tomou juízo e se manteve na pista até o seu carro quebrar. Não fez muita coisa. Tudo bem que seu carro não ajuda, mas o problema é que seu companheiro de equipe andou muito melhor. Tendo em vista que o italiano é um bom piloto e tem experiência de sobra, deixou a desejar.
NOTA: 2

19º colocado – David Coulthard (ESC - Red Bull-Renault)
Só para não perder o costume, o escocês andou atrás de seu companheiro de equipe. O piloto adotou uma forma de guiar agressiva demais para essa temporada. Fugiu do estilo e em Mônaco pagou pelo excesso. Mais uma vez destruiu o carro na curva Massenet na 7ª volta de corrida.
NOTA: 0

20º colocado – Sebastien Bourdais (FRA – Toro Rosso-Ferrari)
O piloto encara um ano difícil. A exemplo do que aconteceu no GP da Turquia seu carro quebrou ao mesmo tempo em que Coulthard escapava na curva Massenet. Resultado? Um encontro entre as equipes irmãs no guard-rail da curva.
NOTA: 1

Hamilton é o novo líder do campeonato com 38 pontos. Em segundo vem Kimi Raikkonen. Mesmo sem pontuar nessa corrida o ferrarista continua a frente de Felipe Massa com apenas 1 ponto de vantagem.

A próxima etapa é o sempre muito disputado grande prêmio do Canadá, no dia 8 de junho.

Classificação:

1º L. Hamilton - 38 pontos
2º K. Raikkonen - 35 pontos
3º F. Massa - 34 pontos
4º R. Kubica - 32 pontos
14º R. Barrichello - 3 pontos
21º N. Piquet - 0 pontos